A PMMA ESTA DE LUTO, MORRE O MONSENHOR HÉLIO MARANHÃO CAPELÃO DA PMMA.

MONSENHOR HÉLIO MARANHÃO.

MONSENHOR HÉLIO MARANHÃO.

MARANHÃO – A PMMA está de luto, faleceu nesta madrugada de terça-feira (10) no Centro Médico Maranhense onde se encontrava internado, o Mons. Hélio Maranhão. O corpo será velado na Igreja Santo Antônio. O comandante lança nota de pesar.

                                                  NOTA DE PESAR

É com pesar que o Comando da Polícia Militar do Estado do Maranhão se pronuncia a respeito do falecimento do Ten.Coronel Mons. Hélio Maranhão .

Saudosas serão as memórias ao inesquecível Ten.Coronel Capelão Mons. Hélio Maranhão que durante toda sua carreira esteve diretamente envolvido com esta instituição, pois era apaixonado pela Polícia Militar e sempre se dedicava ao cumprimento das missões repassadas, sabendo com inteligência e alto profissionalismo orquestrar as dificuldades e transcender os maiores obstáculos. Participou de incontáveis grandes êxitos desta corporação, na resolução de atividades religiosas e na pacificação social. Saudades eternas de todos os amigos e companheiros de farda e reconhecimento da sociedade maranhense que aplaude e agradece a sua participação efetiva e fundamental nesta corporação. À família nossas consternações e sentimentos. Enviamos nossas condolências, aos familiares, às corporações e aos amigos pela perda do ente querido, e que Deus possa confortar a todos neste momento de dor.

UM POUCO DE SUA HISTÓRIA:
CAPELÃO MONSENHOR HÉLIO MARANHÃO.

CAPELÃO MONSENHOR HÉLIO MARANHÃO.

O monsenhor Hélio Maranhão nasceu no dia 27 de maio de 1930, em Barra do Corda. Antes de ser capelão militar, foi nomeado capelão pelo Papa Pio VI. “Foi o primeiro padre mandado a Roma para estudar teologia”, contou o monsenhor em uma entrevista. Em Roma, foi eleito presidente da Academia Bento Inácio de Azevedo – transformada em Centro de Estudos e Debates Teológicos no Seminário Rio-Brasileiro.
Para quem não sabe, ele fundou as Comunidades Eclesiais de Base, nas brancas areias de Tutóia, em 1965, no calor do período que se seguiu ao golpe militar de 64. Monsenhor Hélio Maranhão era o mais idoso capelão militar, no Maranhão, no Brasil, nas Américas e no mundo. Há quase 31 anos, ele era capelão do papa, que o nomeou para ser um de seus capelães, a pedido de Dom Afonso de Oliveira Lima, primeiro bispo de Brejo.
Autor das Comunidades Eclesiais de Bases – CEBs e de belíssimos artigos, logo foi reconhecido e eleito membro da Academia Barra-cordense de Letras, da Academia Maranhense de Letras e da Academia de Ciências, Artes e Letras de Tutóia, pois como possuidor de uma linguagem fácil, porém rebuscada, a cada artigo e obra que nos ofereceu e mostrou o seu verdadeiro valor como imortal.

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