Aprovado pedido pra que duplicação da BR-135 seja repassada ao Exército.

Deputado Eduardo Braide (PMN).

Deputado Eduardo Braide (PMN).

MARANHÃO – O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, nesta quarta-feira (6), requerimento de autoria do deputado Eduardo Braide (PMN) – e subscrito por quase todos os deputados -, solicitando ao presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), e ao ministro dos Transportes, Maurício Quintella, que o Governo Federal repasse a a responsabilidade pela duplicação da BR-135 ao Exército.

A obra se arrasta desde setembro de 2012 e a lentidão na entrega já produziu várias vítimas no trecho entre o Estreito dos Mosquitos e a cidade de Bacabeira. Após a aprovação, Braide solicitou à Mesa Diretora da Casa que envie com urgência o requerimento, tanto ao presidente interino, Michel Temer, como para o ministro dos Transportes, Portos e Viação, Maurício Quintella, tendo em vista à necessidade de garantir que o término da duplicação da BR-135 aconteça o quanto antes.

A solicitação é para que a obra seja repassada para o Departamento de Obras do Exército. O presidente da Casa, Humberto Coutinho (PDT), informou irá determinar à assessoria que envie ainda nesta quarta-feira o requerimento.

Dos presentes, apenas o deputado Max Barros (PRP) votou contrário à proposta. O parlamentar parabenizou a Assembleia pela iniciativa, como forma de pressionar o Governo Federal a concluir a rodovia o mais rápido possível para evitar mais mortes no local, mas disse que o Exército geralmente usa suas obras para fazer aprendizado e como órgão público terá dificuldades para agilizar licitações de compras, tornando o trabalho lento.

“Nós temos o exemplo da BR-226 no Maranhão que era delegada para o Exército. Passou anos e anos e não foi concluída. Teve que ser delegada para o Governo do Estado para que fosse feito um trecho que vai a Grajaú e também Barra do Corda. Eu louvo e parabenizo a iniciativa do deputado, ele é um dos líderes desta Casa pela conclusão da BR-135, mas, em relação a esse requerimento, meu voto é contrário”, explicou.

 

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