IEMA encerra participação na SBPC em Campo Grande com saldo positivo

Participação do IEMA na 71ª SBPC.

MARANHÃO – O Maranhão encerrou sua participação na 71ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) com saldo positivo. O stand do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) instalado no pavilhão da Expot@c atraiu a atenção de milhares de visitantes. O público da SBPC se empolgou ao conhecer a escola estadual de ensino médio e técnico de tempo integral e vibrou ao saber que a mesma instituição também oferece cursos de formação inicial e continuada (FICs).

A 71ª edição da reunião da SBPC foi encerrada neste sábado (27). O evento foi realizado na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, em Campo Grande.

Ao visitar o stand do Instituto na tarde deste sábado, Ildeu de Castro Moreira, presidente da SBPC, agradeceu a participação do Maranhão e elogiou o trabalho desenvolvido no estado. “Agradeço a participação do IEMA aqui com uma equipe que trouxe informações sobre as conquistas importantes para o estado e que também trouxe jovens para apresentar trabalhos.”

Ildeu de Castro aproveitou e convidou o IEMA para a edição de 2020 da reunião anual. “Queremos a presença de vocês em Natal no próximo ano. Somos muito agradecidos ao Maranhão. Já fizemos duas reuniões lá e certamente faremos mais.”

Para a professor Kennya Castro, que integra a comitiva do IEMA na SBPC em Campo Grande, a participação do Instituto é positivo não apenas pelo número de atendimentos, mas pelo feedback que o visitante proporcionou.

“O IEMA atraiu um público bem diversificado. Não eram apenas pesquisadores, professores, cientistas. Vieram pais, avós, bisavós… Recebi um pai que disse que só veio à SBPC porque queria conhecer o stand do IEMA. Falaram pra ele que o filho poderia estudar no Maranhão. Ficou encantado com tudo o que viu”, disse Kennya.

Cecil Chow Robilota, professora aposentada, também esteve no stand neste sábado. Ela aprovou o projeto do IEMA de trabalhar o ensino médio com o técnico e apresentar para outros estados. Também gostou da proposta de profissionalização por meio dos FICs, levando em conta as perspectivas regionais. “Tudo isso é muito importante. Percebo que há boa comunicação no IEMA, que é capaz de integrar o projeto. Tem de trabalhar junto”, pontua.

Um público bem diversificado visitou o stand do IEMA. Não foram apenas cientistas, professores e pesquisadores que lá estiveram. O grupo recebeu gente querendo entender o modelo, fazendo perguntas, mas também pessoas da comunidade que sonham com uma escola de qualidade para os filhos.

“O que posso dizer da SBPC 2019 é que conseguimos alcançar os objetivos do Governo do Maranhão ao mostrar nossa empreitada da educação pública estadual. O público leva a ideia de que é possível sonhar e que sonhos se tornam realidade. A população conseguiu observar que uma escola pública de excelência é possível porque somos movidos por uma paixão, acreditamos na formação do indivíduo e na formação integral”, disse Kennya Castro.

Unidades vocacionais

O balcão onde eram expostos os produtos que resultaram da oferta de FICs do IEMA ficou pequeno para o grande público curioso que todos os dias visitou o stand do Maranhão, que neste caso apresentou a produção coureira do município de Ribeirãozinho.

Para a comissão do Instituto, mais do que produtos, a exposição contava que um modelo institucional bem elaborado como o do IEMA pode alcançar um público muito diverso, mudar a realidade das comunidades, dos municípios, conforme seus arranjos locais, sua base econômica. Os cursos FICs, nas unidades vocacionais do IEMA, são escolhidos de acordo com a vocação local.

“Foi um encantamento! As pessoas perguntavam se os produtos tinham sido feitos por alunos, se estavam à venda. As unidades vocacionais mostraram que é possível mudar a vida de muita gente em um município com os cursos de Formação Inicial e Continuada”, pontua a comissão.

Robótica educacional

O IEMA causou boa impressão também quando mostrou ao público da SBPC que a robótica aplicada é um componente do seu currículo. Causou bom impacto ainda ao mostrar que a robótica não é feita apenas por grandes cientista ou apenas por quem tem vultosas quantias de dinheiro. Professor de química em uma das unidades do IEMA, Fábio Sousa mostrou que é possível fazer robótica com o mínimo, usando, por exemplo, material alternativo. Ele organizou cursos\oficinas que contaram com participação de crianças de até 6 anos.

Segundo a comissão do IEMA na SBPC, as pessoas ficavam empolgadas com tudo o que viram e fizeram inúmeras perguntas sobre a robótica no Instituto. “Tudo isso encantou a população porque desmistificou a ideia de que robótica só é feita por cientistas muito cheios de propriedade ou por quem tem muito dinheiro. Mostramos que, uma vez desvelados os mistérios tecnológicos dos arduinos, é possível fazer robótica com o mínimo, que pode ser material reciclado.”

Para saber mais sobre a participação do IEMA na 71ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência em Campo Grande / Mato Grosso do Sul, acesse nossa o portal www.iema.ma.gov.br. O evento aconteceu de 21 a 27 de julho. A 72ª edição da reunião anual será em Natal, no Rio Grande do Norte, neste mesmo período.

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