Juiz determina a suspensão da tramitação processual que investiga suposta quadrilha de contrabandistas e solicita esclarecimentos à Justiça Estadual.

Quadrilha foi deflagrada pela Polícia Militar na noite do dia 21 de fevereiro, na localidade Arraial, no bairro Quebra Pote, zona rural de São Luís.

MARANHÃO – Justiça Federal decidiu suspender a tramitação do processo que investiga uma suposta quadrilha de contrabandistas que tinha como integrantes policiais do Maranhão. Na decisão, o juiz Luiz Régis Bomfim Filho não realizou juízo sobre as medidas cautelares, determinou a suspensão da tramitação processual e solicitou esclarecimentos à Justiça Estadual.

A decisão também esclarece que o juízo sobre as medidas cautelares realizadas anteriormente não foram alteradas, portanto, a situação sobre os atuais presos durante a investigação continua a mesma.

No processo há 20 investigados e também dá mais informações sobre o teor das investigações. De acordo com a decisão, a investigação “reside em organização supostamente criminosa cujos eventuais integrantes foram flagranteados em posse de mercadoria, em tese, ilegal (cigarros, bebidas alcoólicas, explosivos e armas). Além disso, é dito que, no dia 15 de março, chegou ao juízo parte dos materiais apreendidos, no quais também se incluíam: duas granadas e cinco bananas de material semelhante a dinamite.

Caso na Justiça Federal — No dia 13 de março o juiz Ronaldo Maciel remeteu à Justifiça Federal o caso investigado pela Secretaria de Segurança Pùblica do Maranhão sobre contrabando por declarar a incompetência da Justiça Estadual para processar e julgar o caso.

O magistrado disse também que só remeteu o caso à Justiça Federal por conta do laudo Instituto de Criminalística da Polícia Federal que confirmou a origem internacional das mercadorias contrabandeadas. Antes, o juiz havia solicitado a mesma perícia ao Instituto de Criminalística do Maranhão, mas os resultados, segundo Ronaldo Maciel, não foram esclarecedores quanto a origem do contrabando.

DECISÃO DA JUSTIÇA.

O laudo da Polícia Federal que chegou ao juiz Ronaldo Maciel confirmou que não há indícios de falsificação e que a mercadoria chegou ao Brasil de forma clandestina.

(FONTE: G1MA)

 

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