Mão de obra de apenados é utilizada em obras do Estado

AGEM está aproveitando mão-de-obra de apenados em obras públicas.

MARANHÃO – Um projeto do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (SEAP), está abrindo oportunidades de trabalho a internos do sistema prisional do Maranhão. A ação atualmente envolve secretárias de Estado e órgãos como a Agência Executiva Metropolitana (AGEM), que está aproveitando a mão de obra para revitalização da Praça Marechal Rondon, no Outeiro da Cruz.

Pelo projeto, a Marechal Rondon, que possui 1.482,01m², passará por um processo de capina e instalação de nova e moderna iluminação, pintura, construção de bancos e canteiros, colocação de grama. Também será feita a troca do atual material utilizado no piso por bloquete. “A comunidade terá um espaço urbanizado, bonito e seguro, de acordo com os padrões das praças que estão sendo construídas pelo Governo do Estado, sempre respeitando as demandas dos moradores e as possibilidades da área”, destacou o presidente da AGEM, Lívio Jonas Mendonça Corrêa.

O prazo de finalização é mais curto que os de trabalhos com outro tipo de mão de obra, outra vantagem do projeto com pessoas apenadas. O subsecretário de Estado de Administração Penitenciária, Rafael Velasco, enfatizou a importância do projeto de aproveitamento de pessoas apenadas. “É interessante tanto para o Estado, quanto para a população e para os apenados, que deixam a ociosidade e são reinseridos no convívio social, ainda que monitorados, e recebem uma renda pelos trabalhos executados, com a qual podem auxiliar nas despesas de suas famílias.”

“O Estado economiza recursos com mão de obra, que sai mais barata, proporciona oportunidade de trabalho para os apenados e, também, gera benefícios para a população, pois os trabalhos são executados de maneira mais rápida”, completa Lívio Corrêa.

O presidente da AGEM revela, ainda, que outros projetos que serão executados por meio desta parceria com a SEAP. “Esta é uma ação que só tem a gerar benefícios para a população e para a comunidade de detentos”, finaliza Lívio.

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