MARANHÃO ESTA EM ALERTA CONTRA A DENGUE.

AGENTES FISCALIZANDO.

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MARANHÃO – O Ministério da Saúde divulgou, esta semana, dados do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). O LIRAa confirma 916 casos de dengue no Maranhão até a oitava semana de 2015. No mesmo período, em 2014, foram contabilizados 390 casos. O número quase triplicou. Não há registro de dengue grave ou óbito no estado este ano. No entanto, 4 casos foram considerados dengue com sinais de alarme. No ano passado, 5 casos graves da doença, 14 com sinais de alarme e 5 óbitos foram confirmados.

A única capital considerada em situação de risco para epidemia é Cuiabá (MT). Outros 340 municípios brasileiros estão na mesma situação. São Luís e outras 17 capitais brasileiras apresentam índice de alerta. Ao todo, são 877 cidades em alerta para a doença. O principal criadouro do mosquito da dengue, no Nordeste, é o armazenamento inadequado de água. A prática é responsável por 76,5% dos casos.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou, por meio de nota, que desenvolve trabalhos constantes de orientação para a população de modo a adotar medidas preventivas, a fim de evitar a propagação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue – doença viral que se espalha rapidamente no mundo. Mensalmente, são realizados monitoramentos nos municípios para avaliar o índice de infestação e, em conjunto, traçar estratégias para combate ao vetor.

A SES informa ainda que de janeiro a 07 de março deste ano, foram registrados 172 casos de dengue confirmados no estado. Os municípios maranhenses com maior incidência são: Caxias, Pinheiro, Açailândia e Santa Helena. Para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e a possível transmissão da dengue. Alguns cuidados são necessários:

  • Realizar a limpeza adequada dos reservatórios de água;
  • Manter os depósitos de acondicionamento de água fechados;
  • Não acumular lixo nos quintais e em terrenos baldios e destinar o lixo em local adequados.

Em caso de suspeita de dengue, o paciente deve procurar o serviço de saúde e evitar automedicação.

 

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