Os deputados eleitos Pastor Cavalcante (Pros) e Ricardo Rios (PDT) correm o risco de perderem as vagas.

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA.

MARANHÃO – Um total de 57.428 votos dados a deputado federal e estadual no Maranhão podem alterar a formação das bancadas partidárias na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa.

Estes votos foram dados a candidatos que tiveram problemas em seus registros – e, portanto, não entraram na contagem oficial – mas podem ser validados em recursos no Tribunal Superior Eleitoral. O atual deputado estadual Hemetério Weba (PP), por exemplo, obteve 32.328 votos contados em separado. Se eles forem validados no TSE, sua coligação confirmará a reeleição do deputado Edivaldo Holanda (PTC), tirando a vaga do pastor Cavalcante (Pros).

Outro caso envolve o PT e o PDT.

Sayd Zaidan, candidato pelo PT, teve 1.780 votos anulados. Se eles forem validos em recurso, garante a vaga ao também petista Luiz Henrique Souza; quem sai, neste caso, é Ricardo Rios, reeleito pelo PDT.

Na Câmara Federal, a mudança pode ocorrer se o TSE considerar os votos do primeiro suplente Wolmer Araújo (PV) forem invalidados. Como Wolmer responde a um processo no TRE e, que ainda será julgado, caso os votos dele sejam anulados, a sua coligação “Maranhão quer mais”, perderia uma cadeira, a do deputado federal reeleito na sobra, João Marcelo (PMDB), e nessa hipótese, um nome do PSL acabaria eleito, Silvio Antônio que obteve quase 24 mil votos.

Portanto, se Ricardo Murad tive os votos validos, nada muda na coligação dele. Todos estes casos devem ser julgados no TSE antes mesmo da diplomação, prevista para dezembro.

 

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