TUDO INDICA QUE ZÉ REINALDO PODE DESISTIR DE SER SECRETÁRIO NO GOVERNO FLÁVIO DINO.

DEPUTADO FEDERAL ZÉ REINALDO.

DEPUTADO FEDERAL ZÉ REINALDO.

MARANHÃO – O governador Flávio Dino (PCdoB), deve sofrer mais uma baixa em seu governo. Isso ocorrer, por conta do posicionamento de José Reinaldo Tavares (PSB), que não deve mais assumir a secretaria de Minas e Energia. O ex-governador tomou posse dia 1º de fevereiro na Câmara dos Deputados. Desde então, sumiu dos holofotes e somente agora, ele se pronunciou e revelou ao jornalista Aquiles Emir, não saber se vai ocupar o cargo no secretariado estadual. Zé Reinaldo respondeu simplesmente que “ainda não sei“, em outras palavras, talvez não assuma o convite de ser secretário.

Caso se confirme essa desistência do ex-governador de compor a equipe de Flávio Dino, esta será o segundo desfalque de peso na equipe do governador, já que o primeiro foi o ex-deputado Domingos Dutra (SD), que saiu dizendo que “não quero disputar espaço com ninguém neste governo”, sem mencionar a quem estava se referindo. Dutra depois disse que não havia marcado nenhuma conversa com Flávio Dino para explicar o teor da carta em que oficializou sua desistência do cargo de representante do Maranhão no Distrito Federal, como chegaram a anunciar alguns auxiliares do Palácio dos Leões.
A resistência de Zé Reinaldo para se manter em Brasília está criando incômodos no seio do seu partido, principalmente junto ao prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, e sua esposa, Luana, já que esta seria a beneficiada com a volta do ex-governador para o Maranhão, já que ela, na condição de primeira suplente, assumiria o cargo em Brasília. Isto também cria aflição ao governador, pois trata-se de um nome que iria dar equilíbrio na sua equipe, pela experiência, serenidade, conhecimento do mecanismo da máquina pública e pelo histórico de ter se rebelado contra o Grupo Sarney e com isto tê-lo enfraquecido.
Vale lembrar que partiu de Zé Reinaldo, a indicação da presidente da Gasmar, Telma Tomé e outros cargos, mas mesmo assim ainda parece haver conflitos de interesse
FONTE: DIEGO EMIR

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