166 Óbitos e 600 recuperados sobre a Covid-19 no Maranhão

BOLETIM SOBRE CORONAVÍRUS NO MARANHÃO.

MARANHÃO – Infelizmente o avanço da Covid-19 segue a todo vapor, tanto no Brasil, quanto no Maranhão. Nesta terça-feira (28), tivemos recordes nos números de mortes nacionalmente e estadualmente.

No Brasil, em apenas 24 horas foram 474 óbitos, perfazendo um total de 5.017 mortes. O número é impressionante e mais pessoas morreram aqui do que na China, onde o vírus teve seu início.

No Maranhão, a realidade é tão preocupante quanto. Dia após dia, o estado segue batendo recordes nos números de óbitos. Na sexta-feira (24) e sábado (25), foram 12 mortes em cada dia, já no domingo (26) chegamos a 13 óbitos.

No entanto, as mortes foram aumentando e na segunda-feira (27) tivemos 20 óbitos e nesta terça-feira (28), já alcançamos, infelizmente, 21 mortos.

Além das impressionante 21 mortes, o novo boletim da Secretaria da Saúde do Maranhão confirmou mais 276 novos casos da Covid-19 e a inclusão de mais nove municípios, que passam a ter casos da doença.

Os números atuais do novo coronavírus no Maranhão, são: 2.804 casos, 166 mortes, 600 pessoas recuperadas, 7.232 suspeitos e 71 municípios com registro da doença.

Dos 21 óbitos, todos foram na Região Metropolitana, sendo 20 na capital e um na cidade de São José de Ribamar. Em Ribamar, a vítima era um homem de 67 anos, com hipertensão.

Já em São Luís, os 20 óbitos eram seis mulheres e 14 homens. As mulheres tinham: 88 anos, com problemas cardiológicos; 80 anos com hipertensão e diabetes; 94 anos, com asma e pneumonia crônica; 63 anos, sem comorbidades; 69 anos, com hipertensão e diabetes;

Os 14 homens tinham: 62 anos, sem comorbidades; 58 anos, com HIV e diabetes; 81 anos, com hipertensão; 48 anos, com hipertensão, obesidade e diabetes; 65 anos, com hipertensão; 45 anos com hipertensão; 69 anos, com hipertensão e diabetes; 67 anos, com diabetes; 40 anos, com hipertensão e diabetes; 89 anos, hipertensão, problemas cardiológicos e diabetes; 50 anos, sem comorbidades; 65 anos, alcóolico e diabetes; 68 anos, com hipertensão e problemas cardiológicos; 66 anos, com hipertensão;

 

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