17 dos 18 deputados federais do MA são favoráveis ao Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST)

16 dos 18 deputados federais seriam favoráveis ao AST.

MARANHÃO – De acordo com o levantamento feito pela Agência Rádio Mais, a maioria da Bancada Federal do Maranhão é favorável ao Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), assinado entre Brasil e Estados Unidos, prevê o lançamento de foguetes, espaçonaves e satélites, para fins pacíficos, por países que usam tecnologia norte-americana, a partir da Base de Alcântara.

De acordo com o levantamento da Agência Rádio Mais, 16 dos 18 deputados federais seriam favoráveis ao AST, que está pronto para ser votado. No levantamento inicial, apenas os deputados Gil Cutrim (PDT) e Bira do Pindaré (PSB), seriam contrários. 

No entanto, o levamento está equivocado, pois o deputado do PDT, Gil Cutrim, não só confirmou ao Blog do Jorge Aragão que é favorável ao AST, como trabalhou pela aprovação da votação em regime de urgência do PDL 523/2019, que está pronto para ser votado na Câmara Federal.

“Não sei como criaram que seria contra a algo que será benéfico para o Brasil e para o Maranhão. Tenho um compromisso assumido com os maranhenses e irei sempre lutar pelo que entender que será bom para o meu Estado e sua população”, destacou Gil Cutrim ao Blog.

Sendo assim, ao que parece a única voz contrária ao AST da Bancada Federal do Maranhão é realmente o deputado Bira do Pindaré.

O relator da proposta e o coordenador da Bancada do Maranhão, a Agência Rádio Mais, também justificaram seus posicionamentos.

“Com o acordo, vamos passar a ter acesso a tecnologias aeroespaciais que, sem a base de lançamento de foguetes, nós não conseguiríamos”, argumenta o relator da proposta, deputado federal Hildo Rocha (MDB).

“Vai ficar muito mais fácil trazer investimentos das grandes empresas do mundo, trazer muitas multinacionais do setor. É uma cadeia que movimenta toda a economia local, gera emprego e agrega ao turismo”, pontua Juscelino Filho (DEM).

Assinado pelos presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump em março deste ano, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas precisa de aprovação do Parlamento brasileiro para passar a valer.

 

(FONTE:JORGE ARAGÃO)

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