FEIRADO LIVRO – Participação do MPMA na FeliS tem prosseguimento

Ministério Público do Maranhão integrou a programação da 13ª Feira do Livro de São Luís (FeliS).

MARANHÃO – Na tarde desta segunda-feira, 14, o Ministério Público do Maranhão integrou a programação da 13ª Feira do Livro de São Luís (FeliS) com duas atividades realizadas no Multicenter Sebrae, no bairro Cohafuma.

Às 14h, na casa do Professor, foi realizada a roda de conversa “Saúde Emocional e Mental do Educador: prevenção da automutilação e do suicídio”, com Ruy Cruz (psicólogo), Cláudia Silva (pedagoga), Liziane de Oliveira Castro Almeida (diretora-geral do Centro de Atenção Psicossocial da Infância e Juventude – CAPS-IJ). Mediou o debate a promotora de justiça Cristiane Maia Lago (coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos).

Cristiane Lago agradeceu a presença de todos e explicou aos presentes que a roda de conversa tem como referência a campanha Rede do Bem, implementada pelo Fórum Maranhense de Prevenção à Automutilação e ao Suicídio. “Nós, que integramos a Rede do Bem, sabemos da importância do professor e das dificuldades enfrentadas no exercício do dia a dia”.

A promotora de justiça informou também que um material foi disponibilizado às escolas com endereços e contatos de entidades e instituições que fornecem ajuda a crianças e adolescentes que apresentam problemas emocionais. “Tem contatos de São Luís, Alcântara, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar, onde as famílias poderão encontrar auxílio”.

Paralelamente, no auditório Aluísio Azevedo, foi exibido o filme “O Crime da Ulen”, do cineasta maranhense Murilo Santos, que conta a história do assassinato de John Harold Kennedy, de 31 anos, suposto parente de um dos mais famosos presidentes dos Estados Unidos: John Fitzgerald Kennedy. O homicídio foi cometido, na sede da Ulen Company, em São Luís, por um dos funcionários da empresa, o maranhense José de Ribamar Mendonça.

Após a exibição, o promotor de justiça José Cláudio Cabral Marques (coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal) discorreu sobre as origens do Tribunal do Júri, incluindo a condenação de Jesus Cristo, passando pelas formas históricas utilizadas na Europa, até os modelos atuais – com suas diferenças – adotados no Brasil e em países como Itália, Inglaterra, Portugal e Estados Unidos. “O Tribunal do Júri só existe para julgar casos de crimes dolosos contra a vida: homicídio doloso, infanticídio, aborto, auxílio, induzimento ou instigação ao suicídio, em suas formas tentadas ou consumadas”.

Também explicou o processo de seleção dos jurados, entre outros detalhes.

CELSO MAGALHÃES

No sábado, 12, a programação do Ministério público do Maranhão na FeliS foi oficialmente aberta com a mesa “Celso Magalhães, o Literato, 170 anos de existência”, realizada na Casa do Professor, que contou com a participação da promotora de justiça, poetisa e escritora Ana Luíza Almeida Ferro, e do desembargador e escritor Lourival Serejo, ambos membros da Academia Maranhense de Letras. Mediou o debate o procuradora-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho.

Em seguida, Ana Luíza Almeida Ferro autografou o livro “O Tribunal de Nuremberg”.

Do MPMA, também participaram das atividades os promotores de justiça Raimundo Nonato Leite (diretor da Secretaria de Planejamento e Gestão) e Washington Cantanhede (integrante do Programa Memória).

13ª Feira do Livro de São Luís (FeliS).

 

(FONTE: CCOM-MPMA)

Você pode gostar...