Oito em cada dez micro e pequenas indústrias defendem a renovação do auxílio emergencial como positivo para a economia do país

TABELA 01.

BRASÍL = Segundo pesquisa do sindicato da categoria, para 76% é positivo para a economia manter o benefício durante o período de pandemia; para 59% valor pago deveria ser igual ao anterior Mesmo abaixo da expectativa, as quatro parcelas mensais do auxílio emergencial que serão pagas a cerca de 46 milhões de pessoas acendem uma luz no fim do túnel para 76% das micro e pequenas indústrias, a favor da volta do benefício, de acordo com o Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, realizado pela Datafolha, a pedido do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (Simpi).

A nova rodada de pagamentos deve começar de fato somente em abril, isto porque a PEC que renova o benefício ainda precisa de medida provisória para definição de regras e critérios.

Quanto à expectativa do retorno do auxílio emergencial para o país, 57% das micro e pequenas indústrias acreditam que trará mais benefícios do que prejuízos. E para 35%, trará mais prejuízos do que benefícios.

TABELA 02.

Em relação ao próprio negócio, 58% das micro e pequenas indústrias consultadas avaliam que uma nova rodada do auxílio emergencial trará mais benefícios do que prejuízos. Para 12% haverá mais prejuízos do que benefícios para o negócio.

TABELA 03.

Sobre o valor do benefício, 59% defendem que o pagamento deveria ser igual ao anterior, encerrado em dezembro de 2020. Para outros 23% dos entrevistados, o valor do auxílio deve ser menor.

TABELA 04.

Queda no faturamento e lucro

A situação geral dos negócios também foi influenciada pela suspensão do auxílio emergencial. Ainda de acordo com a pesquisa encomendada pelo Simpi ao DataFolha, o Índice de Satisfação, que mede situação geral dos negócios, faturamento da categoria e o lucro no mês anterior caíram de 126 pontos em janeiro para 100 pontos no levantamento de fevereiro. Para o presidente do Simpi, Joseph Couri, este índice reflete o impacto do fim do auxílio emergencial. “Com o pagamento do benefício suspenso e a atividade econômica ainda fraca, houve pouco dinheiro circulando na economia e a demanda se retraiu ainda mais”, alerta.

TABELA 05.

Situação econômica do Brasil
Para 57% das micro e pequenas indústrias consultadas, a situação econômica do país é classificada como ruim ou péssima. Somente 8% avaliam como ótima ou boa. Mais uma vez, o aprofundamento da crise é refletido no desempenho da categoria.

TABELA 06.

Sobre a pesquisa
Realizado pelo Datafolha, a pedido do Simpi, o Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo, traz um panorama da categoria econômica. A coleta de dados ocorreu em fevereiro de 2021.
Informações para a imprensa: NA Comunicação e Marketing
Fone: (11) 3145-1371 / (11) 3032-1877
Marcio Ribeiro
marcio@nacomunicacao.com.br
Fone: (11) 9 9426-8043
Danielle Borges
danielle.borges@nacomunicacao.com.br
Fone: (11) 9 8152-4467

 

Você pode gostar...