PM ENCONTRA OSSADA QUE PODE SER DE JOVEM DESAPARECIDA EM SÃO LUÍS.

Ossada foi encontrada em um matagal na estrada do Gapara.

Ossada foi encontrada em um matagal na estrada do Gapara.

SÃO LUÍS – Uma equipe da Polícia Militar encontrou, na tarde dessa quarta-feira (28), uma ossada humana enterrada em um matagal,  localizado às margens da Estrada do Gapara, em São Luís. De acordo com a polícia, há possibilidade de que os ossos sejam da adolescente Carla Cristina da Silva Coelho, de 17 anos, que desapareceu no dia 1º de abril do ano passado quando saiu de sua casa para ir à escola.

OSSADA ENCONTRADA.

OSSADA ENCONTRADA.

A polícia chegou ao local após um chamado do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) para se deslocar com a sua guarnição até a Estrada do Gapara para verificar um caso de roubo de uma motocicleta. Durante a incursão, os policiais encontraram os ossos pelo matagal. No local havia, ainda, uma farda da escola Centro de Ensino Médio do Anjo do Guarda. Peritos do Instituto Criminalística (Icrim) e integrantes do Corpo de Bombeiros estiveram no local.  Os restos mortais foram levados pelo Corpo de Bombeiros para o Instituto Médico Legal (IML) para serem identificados.

ENTENDA O CASO:

Mãe de Carla Cristina espera notícias e já foi à polícia registra ocorrência.

Na época a mãe de Carla Cristina esperava notícias e já tinha ido à polícia registra ocorrência.

Desespero, tristeza e angústia são alguns dos sentimentos descritos pela mãe da adolescente Carla Cristina da Silva Coelho, de 17 anos, que está desaparecida desde o dia 01 de abril (terça feira). A jovem foi vista pela última vez quando saiu de casa no bairro Vila Mauro Fecury II, para ir á escola Centro de Ensino Médio Anjo da Guarda (CEM-Anjo da Guarda).
Rosélia da Silva, mãe da adolescente, nos conta que são sete dias de sofrimento, a única coisa que sabe é que a filha saiu para escola, assistiu aula até às 10h30min da manhã. Essas são informações que foram dadas pela escola, depois disso não teve mais nenhuma notícia da filha.
De acordo com a mãe, a rotina da adolescente era normal, saia pela manhã para a escola e sempre voltava na hora certa, não demorava, chegava sempre no mesmo horário em casa todos os dias. Esse é um dos motivos que aumenta o desespero da família, pois a jovem não costumava sair sem avisar.
“Tem sido dias difíceis, horríveis, não durmo mais, é uma sensação terrível. Tenho ido a todos os lugares onde há alguma pista e nada é só correndo de um lado pro outro e nada”, desabafa. Rosélia relata que não houve nenhuma briga recente com a filha, que elas nem costumavam brigar, sempre conversavam sobre tudo, saiam juntas para se divertir e para conversar.
“Estão especulando que dei uma surra nela e por isso ela fugiu, é tudo mentira. Somos amigas conversamos sobre tudo, saímos juntas uma vez por mês, sempre íamos juntas a praia para comer batatinha frita que ela adora.”, fala emocionada.
Providências
A mãe disse que já informou 5º Distrito Policial localizada no Bairro do Anjo da Guarda, O Conselho Tutelar da área Itaqui Bacanga situado na Vila Bacanga e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) que fica na Av. Beira Mar e até agora ela não teve nenhuma informação sobre o caso. Além do registro nesses órgãos ela está em mobilização constante através das redes sociais, colando cartazes no ônibus, escolas e delegacias e tem a esperança de que a policia entre em contato com o namorado da jovem para que descubra algo concreto que possa levar ao seu paradeiro.

Órgãos Envolvidos:
DPCA
Segundo a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) só há o registro do desaparecimento da adolescente, pois o Boletim de ocorrência foi registrado no 5º Distrito Policial e está esperando que a mãe procure a DCPA com o Boletim de ocorrência em mãos para começar o inquérito.

Conselho Tutelar da Área Itaqui Bacanga
De acordo com o conselheiro Luziano Campos, está sendo preparado um relatório para ser encaminhado para o Ministério Público, a fim de pedir a quebra do sigilo telefônico da jovem que está no nome da mãe , e será também encaminhado para a Promotoria da Infância e da Juventude.

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