Repórter Caco Barcellos, do programa Profissão Repórter da TV Globo, esteve em Humberto de campos

CACO BARCELLOS DO PROFISSÃO REPÓRTER EM HUMBERTO DE CAMPOS.

HUMBERTO DE CAMPOS/MA – Não sendo a primeira vez que o Cláudio Barcelos de Barcelos, conhecido na comunicação por Caco Barcellos, jornalista, repórter e escritor com especialidade em jornalismo investigativo e documentário do programa Profissão Repórter da TV Globo, vem ao Maranhão, sendo que desta vez ele esteve no povoado Muntuns, da cidade de Humberto de campos, município este que fica localizado região do Parque dos Lençóis Maranhense.

O repórter Caco Barcellos do programa Profissão Repórter da TV Globo, esteve no povoado Muntuns, zona rural do município de Humberto de Campos, região do Parque dos Lençóis Maranhense.

Segundo informações repassado ao site do Portal do Munim, por seguidores do site, que a finalidade do repórter na região dos Lençóis maranhenses, acompanhado com uma equipe do programa da Rede Globo, irão produzi uma matéria sobre a vida, crença e as dificuldades enfrentadas pelas Parteiras em comunidade distantes e de difícil acesso do país.

Caco Barcellos

Nascido em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, na data de cinco de março do ano de 1950, Cláudio Barcelos de Barcelos é jornalista, repórter e escritor com especialidade em jornalismo investigativo e documentário.

Em Porto Alegre, o jornalista iniciou sua vida na periferia da cidade, na Vila São José de Murialdo. Desde o início de sua formação profissional, Barcellos demonstrava uma constante indignação com a brutalidade policial que presenciava no local. Antes de se tornar um dos jornalistas mais conhecidos do Brasil, ele atuou em diversas profissões como, por exemplo, taxista.

Como jornalista, iniciou seus trabalhos como repórter no jornal Folha da Manhã, que pertencia ao grupo Caldas Júnior. Durante os anos 70, Caco Barcellos teve uma destacada atuação na imprensa alternativa e foi um dos fundadores da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre. Fora isso, criou a revista Versus, publicação que tinha o objetivo de apresentar grandes reportagens sobre o continente latino-americano.

Trabalhou como repórter para as revistas Veja e Istoé e atuou como correspondente internacional na cidade de Nova Iorque. Neste período, que durou seis anos, foi apresentador de um programa no canal Globo News, pertencente à Rede Globo de Televisão. No ano de 2001, deixa os EUA para se tornar correspondente da Globo em Londres. Barcellos ainda atuou em programas tradicionais como o Jornal Nacional, Fantástico, Globo Repórter e, mais recentemente, o Profissão Repórter.

Além do trabalho de repórter, Caco Barcellos também é escritor. Entre suas obras, destaca-se o livro Rota 66. Para escrevê-lo, o jornalista passou oito meses pesquisando, noites sem dormir e foi vítima de inúmeras ameaças por denunciar a truculência da polícia paulistana nas periferias da cidade. Após muita pesquisa, Barcellos identificou 4.200 delinquentes e jovens assassinados pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. Depois de lançar Rota 66, o jornalista foi para o exterior, pois causou descontentamento em muitos coronéis da PM.

Outra obra de destaque de Caco Barcellos foi Abusado, o Dono do Morro Dona Marta. Neste livro, o jornalista dá enfoque ao tráfico existente nos morros do Rio de Janeiro, o surgimento de grandes traficantes e seu relacionamento com a comunidade. Escrito em forma de romance, Abusado ficou por cerca de um ano nas listas dos mais vendidos no País e é indicado como leitura obrigatória para o vestibular de algumas das principais faculdades de Comunicação Social brasileiras.

 

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