UM DOS BANDIDOS QUE PARTICIPOU DA CHACINA EM PANAQUATIRA TROCA TIRO COM A PM E TOMBA.

NAL PANAQUATIRA.

NAL PANAQUATIRA.

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR – Um dos envolvidos na chacina em uma casa na Ponta Verde, em Panaquatira, na noite, sábado(24), foi morto em confronto com policiais na Vila Alcione, em São José de Ribamar. O envolvido foi identificado como Josinaldo Aires Costa, 27 anos, o “Nal Panaquatira”. De acordo com informações de policiais que participaram das diligências, logo após a chacina que terminou vitimando o policial militar Max Muller R. de Carvalho, de 27 anos, o Serviço de Inteligência, GTM e equipes Albatroz passaram a levantar informações sobre os autores do crime. Um desses elementos seria “Nal Panaquatira. De posse de informações de onde ele poderia estar escondido, os policiais fizeram cerco às casas da mãe e de uma companheira dele.

Durante abordagem na 2ª Travessa Alcione, Vila Alcione, em São José de Ribamar, “Nal Panaquatira” empreendeu fuga pelos fundos da casa, de arma em punho e atirando contra os PMs. Ele foi alvejado com três tiros no tórax. Foi socorrido, mas morreu ao dar entrada no Socorrão II. Com “Nal”, os policiais apreenderam um revólver calibre 38, com seis munições, sendo que três estavam deflagradas. A arma foi apresentada no plantão da Delegacia da Cidade Operária, durante o registro de ocorrências pelos policiais que participaram do cerco a “Nal Panaquatira”.

No local do tiroteio, em Panaquatira, morreram o PM Max Muller R. de Carvalho, Alexsandro Vieira de Carvalho e um dos assaltantes. Ananda Brasil Meireles, de 20 anos, morreu no Socorrão II. A polícia continua diligenciando para prender os outros integrantes da quadrilha que teriam assaltado mais duas residências na noite de ontem na região de Panaquatira. Há vários dias, moradores da região vêm sendo vítimas de assaltos.

Uma dessas vítimas disse que, desde a invasão de seu sítio em Panaquatira, as filhas estão com trauma e têm medo de abrir o portão da casa à noite. “Desde o ocorrido, não tivemos mais condições psicológica de ir a Panaquatira. Minhas filhas até hoje não vão abrir o portão da casa à noite, com medo de ladrão. Não reconheci pelas fotos, mais parecem ser os mesmos, pela forma de agir e pelo armamentos. Lamentável!  Panaquatira não merece, e vidas se foram por nada!”, desabafa.

Você pode gostar...